ARTIGOS SOBRE ECONOMIA

Economia é o conjunto de atividades desenvolvidas  visando a produção, distribuição e o consumo  de bens e serviços necessários à sobrevivência e à qualidade de vida.

ECONOMIA

Substituição de ativos em uma empresa do ramo alimentício - Florianópolis/SC.

Autores: Daniel Christian Henrique, Lucas Vinicius Da Silva Goulart, Mayara Rabelo Martins Pereira e Artur Santa Catarina

A mudança nos hábitos alimentares dos brasileiros, caracterizadas pela maior procura por alimentos práticos e saudáveis, tem influenciado o setor produtivo de diversas empresas do ramo. Nesse contexto, uma empresa produtora de sanduíches naturais na cidade de Florianópolis, enxergou nos novos hábitos do consumidor a oportunidade de aumentar a sua demanda e o seu portfólio de produtos. Uma das formas de fazer essa ampliação é através da substituição de um maquinário, indispensável na produção dos sanduíches, por outro tecnologicamente mais avançado e com maior capacidade produtiva. O objetivo desse trabalho é analisar a viabilidade financeira de substituir o equipamento em questão. Para tanto, foi necessário o estudo de técnicas de análise de valores adequadas para análise de substituição do ativo, assim como para a construção do fluxo de caixa. Ao final foi possível verificar a total viabilidade da substituição.

Estratégia de Turnaround: Avaliação de um estudo de caso em uma empresa familiar.

Autores: Selene de Souza Siqueira Soares, Marina Porto Bellomusto e Caio de Souza Roque

É comum empresas de todos os setores passarem por momentos de crise. Neste sentido, tem sido tema recorrente na literatura internacional estudos que destacam os processos que levam algumas organizações a superação de tais períodos, o que see denominou turnaround. Nesse artigo, será apresentado um estudo de caso de uma empresa familiar que passou por processo de turnaround no ano 2012, verificando o alinhamento das atitudes tomadas pela firma e o modelo de estratégias turnaround proposto por Kolya (2015), que evidencia a necessidade de compatibilizar as medidas a serem todas de acordo com os mecanismos de geração de renda e as causas do declínio. Os resultados da pesquisa sugerem que o modelo de turnaround é satisfatório para explicação das atitudes da firma, contudo, é possível contribuições ao modelo na incorporação de questões relacionadas aos objetivos da firma.

Seleção de um Portfólio Eficiente Através da Diversificação de Ativos Financeiros.

Autores: Vinícius Zago Cantú e Emílio Araújo Menezes

O processo de seleção de uma carteira de ativos pode ser dividido em dois estágios. No primeiro, através de observação e experiência, são criadas opiniões sobre o desempenho futuro dos negócios. Já no segundo estágio são abordadas as opiniões relevantes sobre o futuro e por fim é escolhida uma carteira de ativos. Este trabalho é baseado no segundo estágio. Através dos princípios da diversificação de carteiras estabelecidos por Harry Markowitz e do auxílio de planilhas eletrônicas é proposta uma abordagem simples para avaliação e seleção de um portfólio eficiente que possa se adaptar as preferências do investidor.

Seleção de Carteiras de Investimento e a Teoria da Diversificação de Markowitz

Autores: Alexandre Tsuyoshi Kobayashi, Emílio Araújo Menezes e Ebran Augusto Theilacker

O investimento em empresas socialmente responsáveis, sustentáveis e rentáveis, junto à queda da taxa de juros no brasil, originaram oportunidades de aplicação financeira no mercado de capitais. Este artigo tem como objetivo demonstrar as etapas e vantagens da diversificação de ativos baseado na teoria moderna de seleção de carteiras proposta por Markowitz. Foram selecionadas empresas participantes do índice de sustentabilidade empresarial - ISE desenvolvido pela BM&FBovespa, e através do banco de dados economática foram coletadas as cotações diárias de fechamento das ações dessas empresas no período de 02/01/2007 a 17/05/2012. Montaram-se três portfólios com diferente quantidade de ativos. Foi utilizado o solver do Microsoft Excel para a minimização do risco e posterior maximização do retorno, variando-se as participações dos ativos em cada carteira. Nessa etapa obtiveram-se as fronteiras eficientes das três carteiras, na qual a com maior número de ativos mostrou-se dominante em relação às demais, pois apresentou melhor relação de retorno e risco. Por fim, destacou-se a vantagem na construção dos portfólios quando comparados aos ativos de risco isolados; a comprovação de que quanto maior a diversificação, melhor o resultado da fronteira eficiente; e as evidências de que não houve vantagens competitivas no investimento em empresas sustentáveis. 

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