Buscar
  • PET Eng. de Produção

A importância do Linkedin

Atualizado: 26 de Mar de 2018


A empresa teve início em meados de 2002. Naquela altura, a internet tinha perdido alguma da sua credibilidade, principalmente depois das quedas em bolsa de muitas empresas. Mas esta situação era algo que agradava a Hoffman. “Podíamos mostrar às pessoas que tínhamos algo interessante e que poderia ser uma vantagem. Começamos devagar nos primeiros dias, para termos certezas de que o sistema funcionava. Não me recordo bem, mas penso que na altura as 13 pessoas que estavam associadas à empresa convidaram outros 112 amigos”.


O desafio inicial do LinkedIn era o de conseguir um milhão de pessoas, de modo a que o LinkedIn pudesse ser considerado valioso no mercado. Por esse motivo, o ano de 2003 foi dedicado a conseguir que o LinkedIn conseguisse ser um site mais viral. “Eu sempre quis ter um milhão de pessoas, para depois conseguir construir um negócio em cima disso. Eu tenho a certeza que não estava a pensar num modelo de negócio, mas sim numa forma de o tornar conhecido”.


Em 2005, o LinkedIn lançou três possíveis fontes de receita. O primeiro foi a lista de trabalhos. O seguinte foi a criação de uma assinatura, que permite comunicações mais rápidas e uma melhor capacidade de pesquisa. “Originalmente até nem pensei em fazer publicidade, mas dois factores levaram-me a alterar essa decisão. O primeiro foi o nosso público, que é muito interessante para as empresas. O segundo foi que percebemos que poderíamos criar produtos únicos para os negócios”


Por que utilizar o LinkedIn?


O LinkedIn é uma das redes sociais mais famosas do mundo. Diferente de outras plataformas, no entanto, o foco aqui é manter relações corporativas e contatos de trabalho. Com a função de conectar os recrutadores das empresas a funcionários em potencial, a plataforma atrai todo ano diversos jovens em busca de um novo emprego. Para se ter uma ideia, hoje o LinkedIn conta com cerca de 400 milhões de usuários ativos – e muitos deles cometem os mesmos erros na hora de preencher seus perfis.

Segundo Fernanda Brunsizian, gerente de comunicações da rede social, a presença de jovens brasileiros na rede vem crescendo – e o número de recrutadores em busca de estagiários e trainees também. Segundo a gerente, existem empresas que só contratam pelo LinkedIn. Mas muitos desses perfis são genéricos ou incompletos, e os empregadores encontram dificuldades na hora da avaliação. “É difícil avaliar um estudante, então o perfil funciona como uma carta de apresentação”, resume Fernanda.

Um bom perfil é sinal de interesse, dedicação e preocupação com o contexto profissional, explica ela, e é possível em qualquer fase. Mesmo que um estudante tenha pouca ou nenhuma experiência profissional, ela garante que há um jeito de deixar a página atraente.

Capriche no resumo e, se achar que vale a pena, peça depoimentos sobre suas conquistas e personalidade para professores e colegas. E vá com calma nas conexões. “A maior ingenuidade dos jovens é aceitar qualquer pessoa, porque no LinkedIn o que vale é a qualidade da rede”, conclui Fernanda. “É através dela que você recebe as informações sobre o mercado.”


Dicas para melhorar seu perfil na rede


São Paulo, 2016, foi realizada uma parceria entre o Linkedin e um dos portais da Fundação Estudar, o Na Prática. Desta cooperação saíram algumas dicas importantíssimas quando o assunto é melhorar o perfil na rede Linkedin. Abaixo, temos alguns pontos que valem a pena serem desenvolvidos e, em seguida, teremos um tópico exclusivo para recomendações.

  1. Perfis com foto são 14 vezes mais vistos. O retrato não precisa ser necessariamente formal: leve em conta seu meio de trabalho (é formal ou informal, por exemplo?) e, principalmente, sua identidade.

  2. Defina bem sua profissão para facilitar buscas. Se for estudante, a dica é colocar estudante mesmo, visto que é a palavra que recrutadores buscam quando procuram alguém nessa etapa da vida. Também é possível colocar um slogan que defina sua personalidade, como “apaixonado por startups”.

  3. Tenha perfis em mais de um idioma. O LinkedIn oferece a possibilidade de abrigar perfis em línguas diferentes dentro da mesma URL. Basta clicar na seta ao lado do botão “Ver perfil como” e selecionar a opção “Criar perfil em outro idioma”. O site espelha as informações atuais e você só precisa traduzi-las.

  4. Personalize sua URL e apareça antes no Google. Ao customizar o link com seu nome profissional, você ganha uma assinatura mais concisa e sobe nas pesquisas. Para editar, selecione o ícone de ajuste ao lado da URL que o LinkedIn disponibiliza, logo abaixo da foto. Se seu nome for muito comum e você não se incomodar, opte pelo mais exótico para se destacar entre os homônimos

  5. Altere entre visualizações públicas e anônimas. No LinkedIn, é possível optar por olhar perfis sem que se saiba que foi você. A dica é usar esta função quando o tráfego de visitas de volta não for proveitoso, como em pesquisas pessoais ou de trabalho. Caso esteja se preparando para uma entrevista de emprego ou um projeto, use visualização pública para estudar os perfis dos envolvidos – isso mostra proatividade.

  6. Invista em um bom resumo. Para criá-lo, imagine que um recrutador pediu o seguinte: conte-me quem é você. Simples assim.

  7. Use os recursos audiovisuais para se diferenciar. A ferramenta é especialmente boa para profissões visuais, como arquitetura ou design. Também é bom atualizar os arquivos de vez em quando, para o perfil não parecer parado.

  8. Não se esqueça de preencher campos outros, como causas, organizações filantrópicas e projetos de voluntariado. As empresas também observam esta parte.

Obrigado pela leitura!

Escrito por André Nadalini.


125 visualizações

© Desenvolvido pelo grupo de Marketing 2017.2 e revisado pelo grupo de Marketing 2020.1

  • Black Facebook Icon
  • Black LinkedIn Icon
  • Black Instagram Icon