• PET Eng. de Produção

A necessidade de diferenciação do universitário





Na escola é onde geralmente se tem o primeiro contato com as diferenças.

Conhecemos diferentes pessoas de diferentes idades vindas de diferentes lugares e com

diferentes costumes. É a partir daí que você, como ser humano, começa a se conhecer e

descobrir seus gostos e opiniões e sai um pouco da zona de conforto familiar. Entretanto, é lá também onde começamos a ser nivelados - o convívio diário faz com que todos vivenciem as mesmas experiências.


A entrada no ensino superior traz consigo o estigma de ser um divisor de águas

pessoal, já que normalmente é onde o autoconhecimento obtido previamente é consolidado

ou radicalmente transformado. Sendo assim, cada um é responsável por seu próprio

desenvolvimento. Mas assim como na fase anterior, todos estão imersos no mesmo sistema e possuem as mesmas oportunidades. Cabe, então, ao próprio indivíduo usar suas preferências e motivações como impulso para buscar um modo de se diferenciar no mar de possibilidades que está para ser aberto após a imersão no mercado de trabalho.


Esse novo ambiente, aos olhos de muitos, hostil, busca os melhores candidatos e

muitas vezes ignora a inexperiência dos recém-chegados. Dessa forma, deve-se buscar ainda durante a graduação, meios de se destacar no mercado e mostrar as diversas habilidades já adquiridas ao longo da vida. A graduação é responsável por ensinar uma profissão, mas muitas vezes a instituição em si não tem meios de desenvolver em outros aspectos os milhares de alunos que por ali passam todos os anos e que sairão exatamente com o mesmo conteúdo. Dessa maneira, as universidades atuais, públicas e privadas, dão liberdade aos próprios universitários para buscar meios extraclasse para se diferenciar. Nelas existem diversas entidades estudantis voltadas ao crescimento técnico e pessoal do aluno e que servem como termômetro para diversas empresas. As experiências desenvolvidas nesses grupos vão além das propostas em sala de aula pelos professores e estimulam áreas do conhecimento que se manteriam dormentes até o momento em que se fosse requisitado por um empregador. No caso dos universitários que se propõem a ir atrás de diferentes experiências, tais áreas são estimuladas ainda durante a graduação e tem tempo de amadurecer e agregar ao currículo do candidato, em caso de um processo seletivo, por exemplo.


Empresas juniores, grupos de estudos, atléticas, pesquisas em laboratórios e PETs são

algumas das entidades mais comuns espalhadas pelo país e que propõem aos seus membros o desenvolvimento de habilidades além do ensino da graduação. Seja através de um projeto feito junto a uma empresa real ou por meio da organização de um grande evento, o aluno se dispõe a novos desafios e adquire conhecimentos que não seriam alcançados apenas com as tecnicalidades da vida acadêmica. Administração de tempo e de recursos, lidar com diferentes opiniões, projetar, lidar com prazos e cobranças, dar e receber feedbacks são algumas das aptidões a serem concebidas por aqueles que vão além do que lhes é oferecido.


Sendo assim, é de suma importância que o universitário que deseja sair da graduação direto para uma boa posição no mercado de trabalho esteja a par do que deve e pode ser feito ainda nos anos de estudo para obter vantagem e se destacar de seus concorrentes, através de quesitos que demonstram bons diferenciais e que agreguem à instituição para qual se está candidatando.


Obrigada pela leitura :)



Escrito por Anna Clara Ribeiro

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