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Como causar uma boa primeira impressão

Atualizado: 26 de Mar de 2018



Você sabia? Apenas cerca de 15% do seu sucesso financeiro depende das suas habilidades e conhecimentos, enquanto que 85% é determinado pela sua capacidade de se conectar com outras pessoas e estabelecer confiança. Seja fazendo uma entrevista de emprego, vendendo um produto, ensinando um colega ou falando com o seu chefe, quanto melhor você se relacionar e se conectar com a pessoa, maiores são as chances de alcançar seu objetivo.


De acordo com Nicholas Boothman, autor do livro “Como convencer alguém em 90 segundos”, nos primeiros instantes de qualquer encontro, você se conecta com os instintos e a essência da pessoa, ou seja, com suas respostas intrínsecas. O nosso instinto de sobrevivência subconsciente reage e nossa mente e corpo decidem se fogem, combatem ou interagem; se essa pessoa representa oportunidade ou ameaça, se é amiga ou inimiga.


A questão é que para se tornar mais bem-sucedido nos negócios e na vida, você deve aprender a se conectar com as pessoas a sua volta para causar uma boa impressão e ter melhores relacionamentos. Quando conhecemos alguém novo, julgamos e somos julgados instantaneamente, e você pode usar essa primeira impressão a seu favor.


Quando você causa uma boa primeira impressão fazendo com que gostem de você, elas verão o melhor de você. Quando não, o pior. Se um colega gosta de você, ele provavelmente vai entender seus pulos como entusiasmo, mas se não gosta, vai pensar que seus pulos mostram que você é infantil. Um chefe que admira você, achará a sua autoconfiança um sinal de coragem, um que não gosta, arrogância.


Para fazer com que as pessoas gostem de você, segundo Boothman, devemos seguir 3 regras:

  • A Regra Número Um: Quando conhecer alguém, olhe nos olhos dele e sorria.

  • A Regra Número Dois: Quando você quiser que eles sintam que já o conhecem, seja um camaleão.

  • A Regra Número Três: Capture a imaginação e você vai capturar o coração.

Pense sobre a regra número um, como você se sente quando conversa com alguém que não faz contato visual com você? E como se sente quando alguém olha para você? O contato visual diz inconscientemente que a confiança está no ar. Ainda, os olhos podem nos responder perguntas críticas sobre um relacionamento, será que ele gosta de mim? Será que essa pessoa me acha atraente? Mudanças súbitas no contato visual podem representar mais que qualquer conversa. Por exemplo, desviar o olhar pode representar fraqueza e não aceitação, enquanto os olhos podem mostrar sinais de superioridade e arrogância quando a cabeça está erguida. Então, tome cuidado com o que suas expressões faciais estão dizendo. Além disso, os olhos não são a única maneira de expressão. Na verdade, a melhor maneira de se encarar algo é sorrindo. Sorria e o mundo irá sorrir com você. Sorria e você estará dizendo “Eu estou disponível”, “Eu estou feliz” e “Eu estou confiante”.

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EXERCÍCIO


Por um dia, repare na cor dos olhos de todas as pessoas que encontrar. Você não precisa lembrar a cor, apenas repare. É isso. Esse exercício irá desenvolver drasticamente a sua autoconfiança, contato visual e simpatia, sem que você precise fazer algo intimidador demais.

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Quando as pessoas se identificam em uma visão terapêutica e comportamental elas se tornam iguais. Tendem a sentar da mesma maneira, falar no mesmo tom de voz, sentir as mesmas emoções. Então, mude seu comportamento, atitudes e expressões para se adaptar à situação, como um camaleão. Faça isso conscientemente e você fará as pessoas se sentirem confortáveis e relaxadas.


De acordo com Nicholas, nós instintivamente sabemos como nos adaptar. Nós sabemos ser camaleões porque fazemos isso toda a nossa vida. Nós aprendemos pela cópia. Se eu sorrio para você, é da natureza humana sorrir de volta. Da mesma maneira que, se eu disser “Bom dia”, existe uma grande chance de você responder da mesma maneira. Isso é uma função da nossa predisposição natural de sincronizar e retribuir o comportamento. Você não grita em uma igreja ou sussurra no estádio de futebol. Tal atitude é chamada de sincronia límbica e é automática no cérebro humano. É simples: somos mais bem-sucedidos quando nos adaptamos à situação.


Explicando melhor a regra número três, jogue com a imaginação para ativar as emoções. No livro, Boothman diz que só existem seis maneiras de conseguir as coisas das pessoas: pela lei, por dinheiro, por força emocional ou força física, por sedução ou persuasão. E de todas essas, a persuasão é a mais poderosa. Fazer com que as pessoas queiram fazer o que você deseja. Para isso, use uma linguagem sensorial rica e imagens para que os outros consigam ver, sentir e, às vezes, até reconhecer o cheiro e gosto do que você quer dizer.


Aristóteles postulava que, para a persuasão ser realmente eficiente, era necessária a presença de três elementos básicos: confiança, lógica e emoção. Isso quer dizer que você precisa causar uma boa impressão (por meio das 3 regras acima), você tem que apresentar seu caso com uma lógica incontestável e agregar emoções para completar o processo, ou seja, você deve ser convincente. Você deve fazer os seus ouvintes confiarem em você, o que você fala tem de fazer sentido e tem de tocar todos de alguma forma.


Obrigada pela leitura! :)

Escrito por Nathalia Soar.

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